Coleção Rio nasce da ideia de que o Rio de Janeiro não é um cartão-postal estático, mas um organismo em movimento, feito de bairros, ritmos, contrastes e encontros. Assim como a cidade, a coleção não se organiza por hierarquia: todas as peças conversam entre si.
Cada azulejo leva o nome de um bairro — Ipanema, Copacabana, Leme, Pontal, Joá, Olaria e Lins — não como representação literal, mas como atmosfera, memória gráfica e sensação. São bairros diferentes, com histórias e escalas distintas, mas que, no cotidiano do Rio de Janeiro, se misturam naturalmente. Essa lógica se reflete na coleção onde os azulejos podem encontrar-se:
O azulejo Leme pode conversar com o Pontal. O Ipa com o Olaria.
Não há combinações certas ou erradas — há encontros possíveis.